Postado em 06/06/2017 às 10:57

Governo recupera 21,6 milhões de metros quadrados de área pública em dois anos e meio

Apenas nos primeiros cinco meses de 2017, foram mais de 10 milhões de metros quadrados. Números foram apresentados durante abertura do 2º Seminário de Combate à Grilagem de Terras, nesta terça-feira (6)

 

 

 

 

 
 

O governo de Brasília desobstruiu, desde 2015, 21,6 metros quadrados de área ocupada irregularmente. O dado foi apresentado na manhã desta terça-feira (6), na abertura do 2º Seminário de Combate à Grilagem de Terras Públicas no Distrito Federal.

De acordo com a Agência de Fiscalização (Agefis), em 2015, antes da adoção de medidas específicas de combate ao problema, a desobstrução de área pública no DF chegou a 1,5 milhão de metros quadrados. No ano seguinte, já com as ações iniciadas, o número alcançou 10,1 milhões. Em 2017, só nos primeiros cinco meses, ultrapassou os 10 milhões de metros quadrados.

“Esse debate é importante e deve ser feito com muita franqueza por todos os órgãos envolvidos – Ministério Público, Justiça, governo, sociedade civil. Todos temos responsabilidade e não podemos deixar de ter um olhar social para as questões relacionadas ao combate da grilagem”, discursou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, durante o evento.

A diretora-presidente da Agência de Fiscalização, Bruna Pinheiro, reforçou a importância de debater o tema. “O fato de ter um parcelamento irregular do solo bagunça qualquer cidade, tira a qualidade de vida dos moradores. Cidade não é só casa. É hospital, é escola, é transporte, é delegacia. A gente precisa desses serviços. E quando há grilagem, a população não tem acesso a isso, porque não foi planejado.”

Medidas para coibir a cultura de invasão de terras no DF

Em 29 de março de 2016, no 1º Seminário de Combate à Grilagem de Terras Públicas no DF, o Comitê de Governança do Território do DF anunciou cinco medidas que servem de ferramenta para coibir a cultura de invasão de terras na capital do País. O colegiado foi criado em 2015 e tem a participação de vários órgãos do governo local.

As medidas são um mapa de combate à grilagem; uma matriz chamada Marit para classificar os locais e definir a ordem das operações; um aplicativo de celular para denunciar em tempo real ações de grileiros; um monitoramento por satélite com atualização a cada 15 dias; e ações de pronta resposta, com desobstruções em construções irregulares logo no momento do parcelamento da terra.

Veja a apresentação do governo na abertura do 2º Seminário de Combate à Grilagem de Terras Públicas no DF.

 
 

Fonte: AGÊNCIA BRASÍLIA

 
 

Atualizado em 23/10/2018 às 17:29

 
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